Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2019

Buscar  
Redes Sociais


87992112642

Top Música



Nenhuma Música cadastrada



Estatísticas
Visitas: 1226272 Usuários Online: 11


Bate Papo

Digite seu NOME:


Brasil

Publicada em 11/02/19 às 10:37h - 101 visualizações
Atualizado em 11.02.19 as 09h20 Abel Braga conta sua história ao elenco após tragédia no Flamengo

Urubu News 2


www.urubunews.com.br  (Foto: Urubu News 2 )
É incrível como o destino é capaz de unir pessoas em alguns momentos. Um dos primeiros pensamentos que tive ao saber da notícia da morte dos 10 meninos no Ninho do Urubu foi como o técnico do time profissional, Abel Braga, reagiria ao acontecimento. Há menos de um ano, ele sofreu um golpe como àquelas dez famílias: perdeu um filho jovem de maneira inesperada.

Publicidade

 
A dor dessa perda nunca passa. Nunca vai embora. Só que mesmo assim, diariamente, ele costuma nos ensinar com o lema: “perdi para a morte, não vou perder para a vida”. E assim ele segue sendo o cara que sempre foi. Íntegro. Honesto. Amigo dos amigos. Generoso. É daqueles caras que você gosta de graça. E faz questão de tê-lo por perto.

Os dois primeiros parágrafos explicam o que vem a seguir. As dez famílias que perderam o que tinham de mais importante na vida jamais estarão sozinhas. Talvez nenhum outro técnico nesse momento entenda mais o que se passa no coração daqueles pais que nunca mais poderão à noite dizer: “durma bem, meu filho.”

As lembranças estarão pra sempre com todos nós. Esses meninos de um jeito triste entraram para a história do Flamengo. Todos eles sonhavam com a camisa rubro-negra, com o Maracanã lotado. Não será mais possível. Assim como todos esses pais e mães também sonhavam em ver os filhos realizados. Não será possível.

No sábado, Abel e os profissionais do Flamengo estiveram novamente no Ninho do Urubu. Lá rezaram e se emocionaram juntos. O técnico contou a sua história. Ali, há ídolos que são pais, que são filhos, que são irmãos. A capa de super-herói dos gramados só dura 90 minutos. E os ídolos sabem o que aqueles meninos sonhavam porque um dia sonharam como eles.

O técnico que sofreu e sofre como os pais. Os ídolos que eram inspiração para os meninos que foram embora e que seguirão como espelho para os que ficaram. Tomara que o destino que foi tão cruel quando decidiu interromper dez caminhadas ainda no início, pelo menos, possa ter acertado ao por os mais fortes ali para segurarem essa pancada.

Não é à toa que Abel Braga seja chamado carinhosamente de Abelão. O aumentativo nunca fez tanto sentido. As dez famílias vão precisar de alguém capaz de segurá-los pela mão e os ajude a não “perder da vida”.

Por: Globo Esporte




ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
Parceiros


























Copyright (c) 2019 - Urubu News 2 - Todos os direitos reservados